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Vaias começaram quando foram anunciados o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e a presidente Dilma Rousseff; Blatter ainda tentou fazer seu discurso de abertura e chegou a pedir 'fair play' da torcida durante os apupos, mas, como as vaias seguiram, Dilma encurtou a solenidade, declarando o início da Copa das Confederações.

A cerimônia de abertura da Copa das Confederações, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi abreviada por vaias da torcida para o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e a presidente Dilma Rousseff. "Por favor, onde está o fair play de vocês", disse o cartola, enquanto tentava fazer seu discurso de abertura. Os apupos só foram interrompidos quando a presidente tomou a palavra, encurtando a solenidade. "Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013", disse a presidente, visivelmente contrariada, atropelando as vaias, que só terminaram mesmo quando começou a ser executado o hino brasileiro.

As vaias deste sábado são, até certo ponto, previsíveis. E não apenas porque o governo Dilma passa por seu momento de maior pressão. Em 2007, na cerimônia que abriu os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, o então presidente Lula estava foi vaiado no Maracanã em todas as vezes que apareceu no telão ou foi citado, o que o levou a dispensar o programado pronunciamento de abertura.

Não bastasse a propensão do público a vaiar políticos em eventos em que a política não é o foco, o governo Dilma vem sendo pressionado por diversos lados. Em Brasília, índios invadiram a Funai por demarcação de terras em diferentes Estados. No Congresso, o presidente da Câmara pede a liberação de emendas, enquanto os aliados se mostram cada vez mais aflitos com a antecipação do processo eleitoral.

No mercado financeiro, a Bovespa derrete, enquanto o dólar dispara, alimentando pressões inflacionárias. Nas ruas de capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, manifestantes depredam ônibus, exigindo a redução das tarifas. E se tudo isso não fosse o bastante, uma pesquisa Datafolha mostra a redução da popularidade presidencial em oito pontos percentuais. Diante do quadro, era de se esperar que um discurso da presidente não seria bem recebido.

Sobre João Andrade

João Eliezio Santos Andrade (João Andrade), Trindadense por natureza. Dono de um olhar altamente Futurista, nasceu na Cidade de Araripina - PE aos 11 de maio de 1995. João Andrade tem 11 irmãos todos Filhos de Maria Odetiza dos Santos Andrade e de Gerson Brando de Andrade. Desde criança sonhava em ser comunicador. Na escola era o líder dos protagonistas, hoje presidente da única Associação de Radiodifusão no município de Trindade, luta desde o ano de 2010 por uma Radio Comunitária para a população.
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