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01/07/2017
As temperaturas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste tendem a ficar acima dos valores históricos nos meses de julho, agosto e setembro, informou o Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Como consequência, há a possibilidade de serem registrados mais focos de calor na área central do Brasil.

"Estamos na estação mais seca na maior parte do Brasil. No interior, se forma um tempo muito seco, com umidade muito baixa. Isso acontece porque a amplitude térmica é muito grande, com temperaturas muito altas durante o dia e muito baixas durante a noite. E isso favorece que aconteçam queimadas, o que ajuda a piorar a questão da umidade", diz o coordenador-geral de Operações e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Marcelo Seluchi.

Segundo o documento, o período de maior alerta é em setembro. Isso por conta do prolongamento da estação seca e o baixo nível de precipitações esperados para o período.

No semiárido brasileiro, a seca se mantém severa no leste da região. O documento alerta que há a perspectiva de as áreas impactadas não se recuperarem desse quadro. Em pontos como o norte do Maranhão, no centro-norte do Piauí e no centro do Ceará e de Pernambuco, já são 21 meses de estiagem.

"Os modelos climáticos confirmaram que as águas superficiais no Oceano Atlântico Norte aumentaram e isso levou à formação da Zona de Convergência do Intertropical, que regula o regime de chuvas no Nordeste, para áreas mais ao norte do equador. Por isso as chuvas durante o período chuvoso ficaram abaixo da média. A tendência é que esse quadro se perpetue", explica a pesquisadora do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), Renata Tedeschi.

Na região Norte, as cheias dos rios amazônicos não atingiram os níveis recordes anteriormente esperados. As cotas dos principais cursos d'água da região, como o Amazonas, o Negro e o Tapajós superaram os limites de transbordamento em algumas estações de medição, mas já começou o processo de vazante, que marca a diminuição dos volumes dos rios.

Frentes frias

Os especialistas do GTPCS alertam que o possível aumento da temperatura média no próximo trimestre não impede que aconteçam dias bastante frios, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. As entradas de frentes frias vindas da Antártica no território brasileiro serão as responsáveis por derrubar as temperaturas.

"Quando entra uma frente fria, as temperaturas caem bastante. E elas vão se manter baixas enquanto esse sistema de ar polar estiver em uma região. Em um dia pode ficar mais frio, mas, no acumulado do período, a tendência é que a temperatura apresente um valor na média ou acima da média histórica", explicou. "O frio do inverno atinge essas três regiões. No Norte e Nordeste, é mais fria quando acontece o período chuvoso", completou.

O Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal do MCTIC é formado por especialistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), além do Inpe. Também estão presentados órgãos ligados à área de climatologia, hidrologia e desastres naturais, a exemplo da Agência Nacional de Águas (ANA), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), da Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme), entre outros.

Sobre João Andrade

João Eliezio Santos Andrade (João Andrade), Trindadense por natureza. Dono de um olhar altamente Futurista, nasceu na Cidade de Araripina - PE aos 11 de maio de 1995. João Andrade tem 11 irmãos todos Filhos de Maria Odetiza dos Santos Andrade e de Gerson Brando de Andrade. Desde criança sonhava em ser comunicador. Na escola era o líder dos protagonistas, hoje presidente da única Associação de Radiodifusão no município de Trindade, luta desde o ano de 2010 por uma Radio Comunitária para a população.
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